
Ao caminhar pelas ruas, você já deve ter visto adolescentes com uma aparência diferente. Eles têm entre onze e vinte anos e adoram se vestir de preto. Entre inúmeras características é o cabelo que mais chama a atenção: a franja caída no rosto e as cores variadas são duas características marcantes no visual deles. Outro aspecto peculiar são os acessórios, é difícil não notar a presença de munhequeiras, cintos e colares que realçam a aparência desses jovens. Não podemos esquecer da maquiagem. Estes adolescentes costumam pintar os olhos de preto, usar blush e também brilhos ou batons de cores bem claras. Alguns vão além e desenham símbolos no rosto, como uma gota, para expressar as emoções.
A expressão emo surgiu na década de 80 na cidade de Washington, nos Estados Unidos. Naquela época um dos gêneros de música mais tocados era o emocore. Este etilo derivou do heavy metal hardcore e veio para mostrar o lado sentimental e melancólico do gênero. Com um vocal mais intenso, letras mais estruturadas e um som mais trabalhado, as músicas abordam temas afetivos, com letras sobre conflitos pessoais e até emoções mais depressivas. O som é destacado pelo vocal, que se alterna em letras bem calmas, quase faladas, com gritos expressivos de dor e sofrimento. As bandas percursoras do estilo musical foram Indian Summer, Moss Icon, Policy of three , Still life e Navio forge.
Foram estas letras sentimentais e este estilo calmo das músicas do emocore que despertaram o interesse de inúmeros adolescentes. A identificação com as músicas foi tanta que estes jovens aderiram ao estilo musical como uma filosofia de vida. E devido ao hábito de escutar o ritmo freqüentemente, com o passar do tempo, essas pessoas começaram a ser chamadas de emos.
No Brasil, o gênero se estabeleceu sob influência norte-americana em 2003, na cidade de São Paulo e logo ganhou adeptos em outros municípios dos estados do sul e do sudeste do país. Um dos principais motivos da consolidação do Emocore entre os brasileiros, foi pela iniciativa de algumas bandas aderirem ao estilo musical. Cpm22, Nx zero, Fresno e Reação em cadeia, são exemplos de grupos brasileiros que produzem o ritmo emocore.
Para quem vai mais fundo na proposta, existe também a atitude. Emos autênticos têm facilidade para demonstrar os sentimentos. É comum, por exemplo, ao se encontrarem, trocarem longos abraços, beijos e elogios.
A expressão emo surgiu na década de 80 na cidade de Washington, nos Estados Unidos. Naquela época um dos gêneros de música mais tocados era o emocore. Este etilo derivou do heavy metal hardcore e veio para mostrar o lado sentimental e melancólico do gênero. Com um vocal mais intenso, letras mais estruturadas e um som mais trabalhado, as músicas abordam temas afetivos, com letras sobre conflitos pessoais e até emoções mais depressivas. O som é destacado pelo vocal, que se alterna em letras bem calmas, quase faladas, com gritos expressivos de dor e sofrimento. As bandas percursoras do estilo musical foram Indian Summer, Moss Icon, Policy of three , Still life e Navio forge.
Foram estas letras sentimentais e este estilo calmo das músicas do emocore que despertaram o interesse de inúmeros adolescentes. A identificação com as músicas foi tanta que estes jovens aderiram ao estilo musical como uma filosofia de vida. E devido ao hábito de escutar o ritmo freqüentemente, com o passar do tempo, essas pessoas começaram a ser chamadas de emos.
No Brasil, o gênero se estabeleceu sob influência norte-americana em 2003, na cidade de São Paulo e logo ganhou adeptos em outros municípios dos estados do sul e do sudeste do país. Um dos principais motivos da consolidação do Emocore entre os brasileiros, foi pela iniciativa de algumas bandas aderirem ao estilo musical. Cpm22, Nx zero, Fresno e Reação em cadeia, são exemplos de grupos brasileiros que produzem o ritmo emocore.
Para quem vai mais fundo na proposta, existe também a atitude. Emos autênticos têm facilidade para demonstrar os sentimentos. É comum, por exemplo, ao se encontrarem, trocarem longos abraços, beijos e elogios.
Texto: Rafaela Taísa Menin
Colaboração no texto: Elizandra Buss
Foto:Henrique Monteiro

